“Dona Maria, a Sra já operou de quê, mesmo?”

“Dona Maria, a Sra já operou de quê, mesmo?”

Todos os médicos sabem que o prontuário no papel é mestre em esconder informações sobre a saúde do paciente. Afinal, quantas vezes já ficamos procurando dados sobre procedimentos cirúrgicos que a Dona Maria já realizou? Quais exames Seu Pedro e demoramos encontrar? Se você já precisou perguntar: “Dona Maria, a Sra já operou de quê, mesmo?” é bom você ler esse artigo. Confira!   Tenha uma Recepção Eficiente. Tenha um Consultório Eficiente.   As dificuldades do papel – a bagunça, mesmo! O prontuário no papel é terrível quanto o quesito é organização das informações no prontuário médico. Nada é organizado. Com raríssimas exceções, a maioria dos prontuários possui uma anamnese inicial boa, com informações relevantes, mas que vão se perdendo à medida que o paciente retorna ao consultório e consulta outras vezes. A folha de rostro é razoavelmente preenchida, mas as demais, são terrivelmente organizadas. “Dona Maria, a Sra já operou de quê, mesmo?” é uma frase que eu repedi várias vezes quando eu atendia alguns pacientes que já acompanhavam comigo há anos. A informação estava lá, no prontuário, mas eu não as encontrava. Eu até tenho (tinha) uma boa letra, mas nunca gostei de ficar usando canetinha para colorir o prontuário e as informações ficavam muito difíceis de serem encontradas. Eu já tentei colocar uma folha à parte, só para incluir as informações cirúrgicas do paciente, em um formulário específico, mas não adiantou e por que eu teria que fazer um formulário padronizado que me tomou tempo que eu não estava afim de investir.    As vantagens do Prontuário eletrônico – Histórico organizado! Quando eu optei por mudar para o prontuário eletrônico,...
Vários Consultórios e 1 só prontuário! É assim que deve ser!

Vários Consultórios e 1 só prontuário! É assim que deve ser!

Se você é um médico que presta atendimentos em mais de um consultório, você não está sozinho. Hoje em dia, vários médicos atuam em consultórios diferentes, em bairros diferentes, em clínicas diferentes e em cada um desses locais de atendimento eles tem um arquivo médico e uma pilha de prontuários eletrônicos. E pode ser que muitos mantenham vários consultórios em locais diferentes por muito tempo. Só que há um risco ético-profissional que você, médico, não pode deixar de considerar – como o dono da clínica guarda seus prontuários? Confira!   Tenha uma Recepção Eficiente. Tenha um Consultório Eficiente.   Tenho mais de um consultório…! No início da construção do seu consultório e de sua rede de clientes, muitos médicos atendem em mais de um consultório, em bairros diferentes até decidirem por ficar em um só local. E esse comportamento pode levar alguns anos até que o médico se sinta seguro de atender em um só local, normalmente, naquele em que a sua clientela é maior. Nada de mal nisso; o período funciona como uma pesquisa de mercado  prática! Mas é importante não se esquecer das lições básicas: onde os meus prontuários serão armazenados? quem cuidará deles? quem assina como diretor clínico? esse diretor está preocupado com a guarda do seus prontuários? você já visitou o local em que os funcionários armazenam seus prontuários? Se ainda não fez isso, é bom você tomar cuidado. Muitas clínicas não dão a importância devida ao armazenamento dos prontuários médicos e você não pode, diante disso, correr risco de processos éticos-profissionais. Imagine: Você fazia atendimentos na Clínica-do-Bairro-Distante-Pouco-Produtivo e decidiu parar de atender, pois entendeu que não estava “rendendo bem”...
Exames Solicitados… Você ainda perde tempo com eles?

Exames Solicitados… Você ainda perde tempo com eles?

Uma tarefa que todo médico realiza, todos os dias é a solicitação de exames e procedimentos… Exame de Sangue, de urina, dentre outros… Você já parou para pensar o tempo que você perde com esse procedimento? Claro que ele é importante, mas não precisa tomar o seu tempo, não é mesmo? Confira!   Tenha uma Recepção Eficiente. Tenha um Consultório Eficiente.   Solicitar Exames – Praticamente em todas as consultas! Dependendo do perfil do seu consultório, quase todos os seus pacientes precisarão de exames complementares, pois eles fazem parte da consulta médica, complementando-a. É uma tarefa simples, mas que a repetimos várias vezes ao dia, o que provoca uma perda de tempo enorme no nosso dia-a-dia. Imagine-se Escrevendo ou Digitando toda aquela lista de exames: Hemograma completo. Urina rotina. Exame de fezes (EPF). Glicemia de jejum. Colesterol total e Frações. Triglicérides. Ácido úrico. Provas hepáticas… Provas reumáticas. Função tireoidiana. Dentre outros… Nenhum médico se safa dessa tarefa. Muitos colegas perdem um tempo enorme anotando um por um em receituários à mão. E convenhamos, você não precisa mais fazer do modo menos eficiente. Não só Solicitar exames, é preciso Anotar no prontuário. Além de solicitar uma lista enorme de exames, você precisa anotar todos os exames que solicitou no prontuário. Nos tempos de faculdade, lembro-me que eu fazia as solicitações de exames em um formulário carbonado e anexava a cópia carbonada no prontuário, para registrar quais exames eu solicitei, efetivamente. Se não houvesse o carbono, eu teria que anotar nome por nome de todos os exames solicitados… E essa prática se repete até hoje em diversos consultórios, tornando as rotinas muito enfadonhas. Acontece que...
Doutor, cuidado! Usar Prontuários de Papel lhe traz problemas!

Doutor, cuidado! Usar Prontuários de Papel lhe traz problemas!

Obviamente, nós médicos sabemos, como o prontuário está diretamente relacionado à várias questões do nosso atendimento e a rotina da Clínica em geral. Mas quando se faz uso de Prontuários de Papel, você e sua Clínica terão, diariamente, algumas importantes atividades médicas comprometidas e “feridas”. Por isso, eu enumerei aqui, alguns destes principais problemas ocasionados pelo uso de Prontuários de Papel. E lembrando, na minha opinião, o #3 é o pior e mais grave deles! Tenha uma Recepção Eficiente. Tenha um Consultório eficiente. Problema 1 : Eu não entendo nada do que está escrito! Talvez esta seja a vulnerabilidade mais clássica e comum dos Prontuários de Papel, estamos falando da ilegibilidade. Muitos médicos não conseguem ler grande parte (e algumas vezes nada) da situação clínica do seu paciente, seja por causa daquela letra egípcia do seu outro colega ou, na pior e frequente situação, até mesmo os nossos próprios “hieróglifos”! No início, os Prontuários de Papel até apresentam uma certa coerência, uma letra legível e de fácil entendimento, mas no decorrer do seu preenchimento, as informações e palavras irão se tornando indecifráveis. É algo natural, durante o preenchimento do Prontuário de Papel, existirá sempre uma ação de rasura na tentativa de excluir uma palavra ou termo indevido, além do mais, principalmente por causa do cansaço da rotina médica, o trabalho de escrever manualmente fará com que nossa grafia se torne um verdadeiro “garrancho”, isso sempre será inevitável. Também não podemos nos esquecer que alguns campos de preenchimento dos prontuários de papel, em algum momento, sempre serão menores daquilo que você precisa escrever, eu mesmo já passei por uma situação parecida: “...
Doutor, cuidado! Sua Secretária está trocando seus prontuários!

Doutor, cuidado! Sua Secretária está trocando seus prontuários!

Nós médicos sabemos com é importante, por Lei (nº 1.6382), o preenchimento e organização correta dos prontuários dos nossos pacientes. No entanto, as deficiências dos Prontuários de Papel, relacionadas, de início, ao cadastro do paciente, irão comprometer de maneira ética a qualidade do seu trabalho. Confira agora mesmo o perigo que você está correndo! Tenha uma recepção eficiente. Tenha um Consultório eficiente. Início do Problema: Cadastros mal feitos! Em dias normais, onde sua agenda não está nem mesmo tão lotada, ao fazer o cadastramento do paciente manualmente (procedimento demorado), suas Secretárias, para agilizar o atendimento e dessobrecarregar a recepção da Clínica, farão frequentemente abreviações de nomes e deixaram alguns dados de preenchimento do paciente para trás, como sexo, data de nascimento, nome da mãe e dentre outros. E ao longo do dia, à medida que você atende mais pacientes, suas Secretárias vão, por natural e iminente cansaço, tornando o cadastramento (identificação do prontuário) cada vez menos específico. Além do mais, uma papelada enorme de prontuários cresce e fica praticamente impossível organizá-los. Mas o perigo está, silenciosamente, em outro lugar!                           Você já parou para pensar quantos dos seus pacientes se chamam “José Silva, “Maria Helena” ou “Luiz de Almeida ?” Com a existência de cadastros incompletos, cheios de nomes com mesma escrita (homônimos) e abreviados, acaba sendo extremamente difícil distinguir os Prontuários de Papel. Por exemplo, três dos seus pacientes se chamam “Manoel Pereira da Silva”, como distinguir o Prontuário de Papel de cada um destes pacientes em meio a uma identificação incompleta (cadastro pouco específico)? E o problema...

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