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Cuidado! Município Não Informatizado = GASTOS e INEFICIÊNCIA.

Muitos municípios realizam hoje, na área da saúde, vários trabalhos árduos e burocráticos que poderiam ser evitados. O pior é que esses procedimentos burocráticos geram gastos ao seu município e torna ineficiente toda a organização administrativa da saúde. Portanto, no quesito “organização administrativa”, hoje, principalmente na Central de Marcação de Consultas do seu município, podemos dizer que ocorrem os maiores gastos e talvez os procedimentos de trabalho mais árduos e ineficientes. No entanto, de antemão já lhe adianto: “Os gastos e árduos procedimentos de trabalho que ocorrem na Central de Marcação de Consultas do seu município poderiam ser evitados por meio da Informatização (implantação de prontuários eletrônicos nas UBS’s).” Com o propósito de um melhor esclarecimento, veja nesse esquema abaixo como funciona, SEM a informatização, a Central de Marcação de Consultas do seu município. Lembrando que esse esquema será crucial para lhe mostrar onde está ocorrendo o gasto e a ineficiência.   Município Não Informatizado – CMC:   Onde está ocorrendo o Gasto e a Ineficiência:   Então, quando não informatizado, seu município paga respectivos funcionários para realizarem funções que poderiam ser feitas automaticamente por sistemas informatizamos, sem nenhum tipo de esforço ou sequer transtorno. Significa ainda dizer, que os funcionários da Central de Marcação de Consultas, ambos responsáveis por digitar e agendar encaminhamentos, estão sendo “desperdiçados”, pois poderiam ser aproveitados em tantos outros afazeres na Secretária.  Prontuário de Papel = Mais gastos com mão de obra!   É necessário que você pare e reflita, sendo que existe hoje, em cada uma de suas UBS’s, um funcionário (a) para separar, organizar e buscar prontuários de papel. São funcionários que...

Os riscos de um merchandising mal feito

Aumentar as vendas. Essa é uma ação que vive permeando a cabeça de executivos, empreendedores e profissionais de boa parte do mundo dos negócios. Afinal, para qualquer empresa sobreviver é preciso oferecer e vender um produto ou serviço. Nessa hora, montar estratégias para arrebanhar novos clientes se torna um processo mais do que natural, seja o consumidor sendo uma pessoa ou até mesmo outra empresa. O objetivo geralmente é convencer aquele cliente que o produto oferecido pode ser mais vantajoso do que o divulgado pelo concorrente. Um dos pontos primordiais nesse processo é o merchandising e o uso de técnicas e ferramentas de mídia para a veiculação de campanhas publicitárias. A grande importância do merchandising está no fato dele ser a soma de ações promocionais e materiais de pontos-de-venda que ajuda no estágio da compra. O merchandising tanto pode usar a propaganda (quando divulga ofertas na mídia) como a promoção de vendas (através de preços mais baixos ou brindes). E não faltam exemplos delas espalhadas. Basta ligar a TV, em qualquer programa de auditório ou capítulo de novela, que um produto aparecerá sendo comentado. O problema, no entanto, é quando o merchandising aparece completamente fora do contexto ou algo inusitado acontece. Aquilo que era para ser um momento de persuasão da marca transforma-se em algo bizarro. Entre os campeões estão marcas de xampus, produtos de beleza, comidas, eletrodomésticos, lojas de roupas, que são empurrados ladeira abaixo e acabam se transformando em motivo de chacota. Muitas vezes, a falta de planejamento, a correria do dia a dia, a imposição dos anunciantes são as grandes inimigas para um produto ou serviço...

Sim, é importante informatizar seu município!

Atualmente, pequenas cidades brasileiras, com população de até 10 mil habitantes, enfrentam problemas na área da saúde no que se refere ao atendimento geral da população, sendo mais especifico, esses problemas ocorrem mais necessariamente na Atenção Básica. Grande parte desses municípios possuem, na maioria das vezes, somente UBS’s como estabelecimentos de saúde disponíveis para atender toda a população. Também é preocupante que muitas dessas cidades chegam a ter somente 1 (uma) única UBS em funcionamento. Ineficiência e Superlotação nas UBS’s: A saúde em completa desordem! Pensando de uma maneira prática e real: Oferta = serviços disponibilizados pelas UBS’s e Demanda = População do município. São estas as razões pelas quais as Unidades Básicas de Saúde entram em crise e, consequentemente, comprometem toda a saúde do município, pois estes Postos atendem a 80% dos problemas de saúde da população e logicamente sempre estarão lotados. Por isso, pela grande procura de atendimento, as Unidades de Saúde (Atenção Básica) devem ser extremamente “ágeis” e resolver, de forma eficiente é claro, o mais rápido possível os problemas de saúde da população, dando rotatividade ao atendimento – ofertando “vaga”, no sentido exato da palavra, para que outros pacientes também possam ser atendidos. Não havendo agilidade no atendimento das UBS’s, a saúde do seu município está ou se tornará um caos. “Atrasos e Demoras”, nós podemos apontar esses dois termos como os principais fatores que tornam a saúde do seu município uma real desordem! Na prática, quando existe no Posto demora em conseguir agendar consultas, marcar ou solicitar um exame, diagnósticar um paciente, dar o resultado de um atendimento e principalmente atrasos médicos, cada vez, mais...

Como será nossa vida daqui a 30 anos?

Como será nossa vida daqui a 30 anos? O cinema e os livros de ficção adoram preencher essa pergunta com infinitas possibilidades. Carros voadores, robôs que agem como pessoas, cidades flutuantes e muito mais. O admirável mundo novo das ideias desperta um imaginário sem fim. E claro, é muito legal pensar em todas essas tecnologias que virão por aí. O curioso de imaginarmos o nosso futuro é que, muitas vezes, não percebemos que já estamos nele. Se eu dissesse na década de 80 que esse texto seria escrito em um aparelho com meia polegada de espessura, revestido de vidro e alumínio, que registra todos os meus comandos a um simples toque na tela e ainda é capaz de me conectar com o mundo todo – o nosso queridíssimo tablet- diriam, no mínimo, para eu parar de sonhar. No entanto, não é apenas o futuro de gadgets e inovações tecnológicas que se transformam com o tempo. A própria sociedade em que estamos inseridos vive em constante modificação. Observando somente o nosso país, já passamos pelo período imperial, regime totalitário, regência, governo militar e democracia. E, é claro, o causador dessas transformações está no comportamento da própria sociedade. Volta e meia passamos a ser agentes de mudança, onde nossas ações, ideias e palavras repercutem para um novo caminho. A própria forma de gestão empresarial que se utilizava no passado teve que ser readaptada para funcionar hoje. Assim como os profissionais que, de tanta mudança em seus estilos, foram separados em uma informal nomenclatura de gerações X, Y, Z, baby boomers etc. A verdade é que nós mesmos, sem querer, nos pegamos...

Intuição: você utiliza a sua?

Sexto sentido, insight, voz interior, feeling, toque divino, faro profissional, intuição. Os nomes utilizados para a capacidade mental de avaliar situações sem uma análise completa dos fatos são muitos. Mas você sabe o que é e de onde vem a intuição? Fiz esse questionamento para uma dezena de pessoas e, pode acreditar, as respostas foram as mais variadas. Alguns falaram que ela funciona como se alguém soprasse em nossos ouvidos o melhor caminho a seguir. Outros, no entanto, acreditam que a intuição é criada de nosso próprio conhecimento, mas que está no subconsciente. Tiveram ainda os que consideraram ser um simples desejo pessoal de fazermos algo à nossa maneira. Independente da variedade de respostas, em um contexto geral, houve um consenso sobre o seu significado. A maioria das pessoas apontou que a intuição é um pressentimento que não sai de nossa cabeça tão facilmente e impulsiona a frase: “alguma coisa me diz para fazermos dessa forma”. Esse pressentimento, inclusive, apesar de não ser encontrado facilmente nos livros de Administração (e muitas vezes ser ignorado), na prática, faz parte da vida de milhares de profissionais e empreendedores. Akio Morita da Sony, Mark Zuckerberg do Facebook e Ray Kroc do McDonalds são alguns empresários conhecidos por construírem seus pilares comerciais fundamentados em suas intuições e instintos. Em 1991, após a explosão do walkman, Akio Morita chegou a dizer que “a criatividade depende do pensamento humano, da intuição espontânea e de um bocado de coragem”. Ignorando as recomendações de conselheiros, Ray Kroc comprou a marca McDonalds dos irmãos McDonald: “eu não era um jogador e não tinha esse tipo de dinheiro, mas...

[Infográfico] Como o Prontuário Eletrônico afeta o cuidado com o paciente?

Como o Prontuário Eletrônico afeta o cuidado com o paciente? Imagina-se que a melhora seja muita, ou você pensa o contrário? Confira este infográfico (em inglês) que descreve todo o processo. 80% dos médicos disseram que prontuários eletrônicos reforçam o cuidado geral com o paciente. Segundo os dados, 81% dos médicos disseram que o uso de Prontuário Eletrônico lhes permitiu acessar as informações de um paciente remotamente, enquanto 64% disseram que seu sistema Prontuário Eletrônico os alertou para um possível problema de medicação, como reações adversas. 1)IHealthIT References   [ + ] 1. ↑...

De que sua empresa precisa para transformar clientes em fãs?

Você sabe o que uma religião, um time de futebol, um filme e uma marca bem-sucedida têm em comum? Todos sabem contar boas histórias. A religião, por exemplo, independente de qual ela seja, possui seus livros sagrados e os seus rituais. Os times de futebol não são diferentes. Histórias são contadas e recontadas de geração para geração com seus craques, títulos e conquistas. Converse com um fã de Star Wars ou com um apaixonado pela Apple por 15 minutos sobre esses temas e você vai escutar boas peripécias de como Skywalker ou a maçã mordida conseguiram auxiliar os seus mundos. Reparou em uma coisa? Todos esses elementos nos dão a sensação de pertencermos a um grupo e nos engajam a segui-los mais. O compartilhamento de histórias, sentimentos e experiências, aliás, está na base da cultura humana e é um elemento condicionado até mesmo por nossa fisiologia. Na Administração e no próprio dia a dia das empresas e dos profissionais não é diferente. A arte de contar histórias pode ser aplicada para mostrar o posicionamento da marca junto aos consumidores, vender produtos, serviços, ideias e aproximar as pessoas das empresas. No lado profissional, ela pode estar relacionada ao poder de convencimento (e persuasão) em uma negociação, nas apresentações, em uma promoção, na liderança etc. Claro, não é garantido que uma história conquiste a atenção das pessoas, principalmente se considerarmos o volume de informações diárias – aliás, é nesse contexto que as boas narrativas e a criatividade se sobressaem. O certo é que empresas que sabem contar boas histórias são aquelas que estão na ponta de seus mercados.. aquelas que transformaram...

Cancelei a minha conta no WhatsApp

Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito “nefasto” que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo. Essa é a afirmação de Fábio Bandeira, em Administradores.com.br A palavra “nefasto” pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook. As pessoas ao redor desses “ultra conectados” parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro). LEIA TAMBÉM Instagram: o ápice da idiotice na internet O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: “Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver… muito engraçado. Estou enviando para o seu”. Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo,...

O PMAQ cobra: Elimine a Burocracia!

As Unidades Básicas de Saúde são a porta de entrada mais importante do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo desses Postos é atender até 80% dos problemas de saúde da população, sem que haja a necessidade de encaminhamento para hospitais. Portanto, concluímos que os Postos de Saúde sempre se encontram lotados, e a organização das equipes de saúde é fundamental para que seja prestado um serviço qualitativo para toda a população. É essencial, que todos os profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) estabeleçam métodos para simplificar as consultas e tratamentos prestados aos pacientes, possibilitando uma maior rotatividade nos Postos de Saúde para que todos possam desfrutar ao máximo das funcionalidades do SUS. Mas deve-se deixar bem claro que o maior vilão da superlotação dos Postos de Saúde é a burocracia, dificultando processos que poderiam e se tornam bem simples se olharmos de um ângulo prático. Por exemplo, existe uma demanda significativa de pacientes que participam de programas ou grupos prioritários de cuidado continuado (hipertensão ou diabetes) que vão aos Postos de Saúde com a necessidade de tentar o agendamento de uma consulta para renovar uma simples receita. Chegamos no “ponto chave” da nossa questão, o PMAQ quer saber se sua equipe e Posto de Saúde em geral executam procedimentos burocráticos, dessa forma, será perguntado pelo Avaliador Externo (PMAQ): “A equipe realiza renovação de receitas para os usuários de cuidado continuado/de programas como hipertensão e diabetes, SEM A NECESSIDADE de marcação de consultas médicas”? Evidentemente, nesses casos, marcar consultas é algo extremamente desnecessário. Reflita você mesmo: todos os pacientes que participam de programas ou grupos de cuidado continuado se...

O PMAQ cobra: Programe ações para Grupos Prioritários!

O PMAQ tem uma atenção especial a grupos prioritários de cuidado continuado. Dessa forma, para alcançar mais pontos na escala avaliativa (PMAQ), suas equipes devem programar ações de educação em saúde para pacientes de grupos prioritários. Os pacientes pertencentes a esses grupos são:  crianças menores de 5 anos, idosos, gestantes, hipertensos, diabéticos, pessoas com tuberculose e portadores de hansianíese. Na primeira fase das visitas domiciliares é feito o primeiro contato e mapeamentos de todos esses grupos prioritários. É um processo relativamente aleatório: os agentes saúde saem por meio de um trabalho de campo e visitam os moradores de uma determinada área. Através de fichas, é registrado o cadastro e o estado de saúde desses pacientes. Essa fichas geram os dados do SIAB, e são elas: ficha B-GES (gestante), ficha B-HA (hipertenso), ficha B-DIA (diabético), ficha C (crianças), ficha B-TB (pessoas com tuberculose) e ficha B-HAN (pessoas com hanseníase). Logo, as informações contidas nessas fichas será de suma importância para que as equipes de saúde possam buscar e localizar esses pacientes, com o objetivo de programar ações de educação em saúde. Dentre essas ações, podemos citar, por exemplo, a distribuição  de cartilhas e folhetos direcionados ao público-alvo, palestras preventivas e é claro, acompanhamento domiciliar. O PMAQ deseja que as equipes de saúde “busquem e criem vínculo (interajam)” com esses pacientes, para que se possa fortalecer a união entre a equipe, o usuário SUS e a família. Por isso, após esse trabalho de campo e preenchimento de todas essas fichas, é a vez das equipes de saúde promoverem ações pactuadas e eficientes visando esses grupos prioritários de pacientes, de uma forma eficiente...

O PMAQ cobra: Organize Visitas Domiciliares!

Para que ocorram as visitas domiciliares, as equipes de saúde devem primeiramente conhecer seus pacientes, o cadastro e a situação clínica para sermos mais exatos. Se a equipe deseja, por exemplo, visitar as gestantes atendidas com determinado procedimento médico pelo Posto, ela deve ter acesso a todas as gestantes atendidas (cadastrados) com o procedimento médico desejado, para que se possa localizar endereços e estabelecer metas de atendimento. Antes de tudo, devemos nos conscientizar que localizar pacientes para a realização de visitas domiciliares é um trabalho árduo e praticamente impossível, quando se procura, no papel, registros de cadastramento de uma grande demanda de pacientes. Os profissionais se “perdem”, não conseguindo incluir, da maneira correta, os pacientes que serão visitados. Muitas vezes, as equipes de saúde não organizam visitas domiciliares por não estarem localizando (em meio a amontoados de papel) o cadastro e a situação clínica dos seus pacientes. No entanto, a tecnologia avançou como um todo, inclusive na área da saúde, as informações chegam as nossas mãos apenas com alguns cliques. É possível, através de alguns sistemas informatizados (prontuário eletrônico + agenda informatizada), emitir relatórios informando todos os pacientes diagnósticados com determinada doença ou procedimento médico realizado. Um exemplo dessa inovação é o CRM, uma ferramenta exclusiva do sistema MeuProntuário.Net, que emite relatórios de procedimentos médicos por várias categorias, selecionando também qualquer doença classificada como cuidado continuado. Na imagem simulação abaixo, temos a geração das gestantes atendidas por determinado médico que fizeram teste rápido para Sífilis entre 16/04/2015 e 17/04/2015: A partir desses relatórios (CRM), é possível que sua equipe de saúde tenha acesso ao cadastro e situação clínica de todos os pacientes...

Agendas compartilhadas: Eficiência e nota mais alta no PMAQ!

Qualquer mudança feita na agenda de papel das equipes de saúde deve ser consultada pessoalmente, e como exitem várias agendas de papel, os profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) acabam não se informando bem a respeito das atividades que a equipe  está realizando e irá realizar. Mas de outro modo, somente uma agenda eletrônica possibilita que os profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) se informem a respeito de todo agendamento em qualquer parte do Posto de Saúde, basta ter acesso a um computador com internet. Além do mais, a equipe de saúde pode visualizar suas consultas, sendo possível também reposiciona-las. Mudar a data de um agendamento se torna algo extremamente prático, bastando apenas poucos cliques, sem exigir grande domínio de computação para a realização das ações. Mas para executar os procedimentos requeridos pelo PMAQ e alcançar mais pontos na escala avaliativa, suas equipes de saúde também devem fazer uso de várias ferramentas para melhorar o potencial das agendas. Por isso, não deixe de ler a nossa próxima dica.  ...

O PMAQ cobra: Trabalhe em grupo através da agenda!

O PMAQ deseja que toda equipe de saúde se organize em conjunto, a partir da agenda, para executar atividades e marcar consultas. Dessa forma, é necessário que todos os integrantes da equipe de saúde façam uso  de uma “única” agenda para melhorar ainda mais o trabalho em grupo e espírito coletivo. No entanto, as agendas de papel têm pouco espaço disponível para marcar (incluir), de maneira organizada, todas as consultas da equipe de saúde. Acaba sendo necessário uma agenda de papel para cada médico e até mesmo enfermeiro. E lembre-se, é extremamente precário os métodos disponíveis para fazer alterações e atualizar diariamente as agendas de papel, as ferramentas necessárias se resumem em rasuras e apagadores. Qualquer alteração ou mudança feita na agenda de  papel é de conhecimento restritivo pela dificuldade do papel em propagar informações. Tudo deve ser folheado e consultado pessoalmente, e os médicos acabam não sabendo como anda o agendamento da equipe de saúde. “Essa informação será melhor explicada na nossa próxima dica [Compartilhamento de Informações], então, é indispensável a continuação da leitura”. Portanto, através das agendas de papel, as atividades estão longe de serem pactuadas de maneira coletiva. Sendo assim, o trabalho em grupo que o PMAQ cobra evidentemente não está existindo. Mas por outro lado, fazendo uso de sistemas informatizados é possível que exista apenas uma “única” agenda de acesso para toda equipe de saúde, bastando apenas selecionar o nome do profissional médico desejado na hora de marcar um agendamento! Veja o exemplo na imagem abaixo: Observação: Nas duas imagens demonstrativas (simulações), os campos circulados em vermelho indicam dois profissionais médicos da mesma equipe de...

Um segredo que você precisa saber sobre os gênios de Harvard

“Ok, Jack, agora você está na Matsushita: o que vai fazer?” O professor e os 87 colegas de Jack aguardam ansiosamente sua resposta à inesperada convocação. Jack está preparado; pensara nessa situação durante muito tempo, desde quando lhe disseram que o método de estudo de caso propunha-se a “desafiar o pensamento convencional”. Disseram-lhe também, repetidas vezes, que os bons gestores são decisivos – logo, bons estudantes de MBA precisam tomar posição. Assim, Jack respira fundo e responde. “Como posso responder a essa questão?”, começa. “Até ontem, mal havia ouvido falar da Matsushita. E hoje o senhor quer que me pronuncie sobre a estratégia da empresa…”. “Na noite passada, tinha dois outros casos para preparar. Para a Matsushita, com suas centenas de milhares de empregados e milhares de produtos, levei algumas horas. Li o caso rapidamente e depois o reli, digamos, não tão rapidamente. Que eu saiba, jamais usei algum de seus produtos (até ontem nem sequer sabia que a Matshushita fabrica a Panasonic). Jamais visitei qualquer uma de suas fábricas. Jamais estive no Japão. Jamais conversei com algum de seus clientes. Certamente não conheço nenhuma das pessoas mencionadas no caso. Além disso, o assunto envolve alta tecnologia e sou o típico sujeito ‘subtecnológico’. Adquiri minha modesta experiência profissional numa fábrica de móveis. E tudo o que preciso fazer é percorrer essas 20 páginas. Esse é um exercício superficial. Recuso-me a responder a sua pergunta!”. O que terá acontecido a Jack? Deixarei que você adivinhe. Mas dali, Jack retorna ao negócio de móveis, onde mergulha em seus produtos e processos, conhecendo a fundo as pessoas e o setor. É particularmente...

O medo vende, e muito bem

Você está sozinho em casa e já é de madrugada. Desperta da cama com aquela sede incontrolável. O silêncio da noite é quebrado com a chuva que cai intensamente lá fora e com as fortes rajadas de vento que imitam um lobo uivando. Então, você ouve a porta da frente batendo. Seu coração dispara, a respiração torna-se ofegante e todo o seu corpo começa a contrair de forma instintiva. Logo depois, percebe que não tem ninguém tentando entrar em sua casa. Foi apenas um forte vento o responsável por encadear todas essas sensações. Os poucos segundos de pânico, antes da constatação de ter somente o vento como companhia, geralmente, parecem uma eternidade. Sempre que sentimos uma emoção proveniente do “medo”, como o eminente perigo que se aproxima, o ser humano cria uma reação inconsciente que basicamente o coloca em duas situações: enfrentar ou fugir. Isso acontece com todos e define muito das escolhas que tomamos, entre elas, a que envolve o ambiente profissional. Um funcionário que, com receio da opinião do chefe ou do grupo não apresenta uma proposta diferente com medo de estar errado; o receio de falar em público, de tentar uma mudança de carreira e não ser a melhor escolha. Geralmente, ir ao encontro do desconhecido cria barreiras e afirmações comuns como “eu não consigo” ou “eu não estou pronto” e, pode ser um alento para que as pessoas não busquem avançar. Até com uma empresa que lança um novo produto no mercado apenas pelo receio do concorrente ultrapassá-la. Os exemplos são evidentes no setor automobilístico e também no tecnológico. Dificilmente o lançamento de um produto...

Como ganhar um debate tendo (ou não) a razão?

Todos os dias somos bombardeados por argumentos e contra-argumentos sobre praticamente tudo. Na política, na religião, no esporte, com as marcas que desejam nos convencer que são as melhores, diante de opiniões divergentes em projetos no trabalho, nas discussões de relacionamentos entre casais… Até em nossa alimentação virou praxe a utilização de argumentos para nos convencer sobre o que comer e o que não comer. E é fato, saber se comunicar de forma eficaz e persuasiva sempre foi uma “arma” poderosa para que esses argumentos fortaleçam a nossa posição e sejam tomados como verdade. Em um debate, seja o tema qual for , usar algumas técnicas de discurso podem fazer toda a diferença para convencer outros ouvintes – e até o “adversário” – que uma tese é a melhor (mesmo ela não sendo). Fatores como a escolha e a memorização dos conteúdos do discurso, a disposição de como é colocado aos outros e a elocução influenciam no poder de convencimento. Mas, não é só isso. Fomos buscar inspiração de dois filósofos de diferentes épocas para aprender outras técnicas de debate e persuasão: os conceitos da retórica expostos por Aristóteles (384-322 a.C) e os estratagemas dialéticos abalançados por Arthur Schopenhauer (1788-1860). O intuito não é burlar regras e transformar você em um típico e “ensaboado” político experiente, mas, sim, despertar uma preocupação para quem não deseja se perder no labirinto das argumentações capciosas e da influência psicológica dos discursos. Use a autoridade O debate é mais fácil de ser encarado quando, entre os argumentos, estão as citações. Em vez de apenas seus fundamentos, utilize a fala de especialistas sobre determinado...

Abaixo a cartilha da perfeição!

Basta entrar em qualquer livraria para ser bombardeado por dezenas de títulos que prometem, ao aplicar uma receita básica, conduzi-lo à carreira de sucesso. Em palestras – diversas delas – um discurso simplista e a certeza de que, ao seguir uma cartilha, você será capaz de tudo. Na mídia: dicas, passos e regras sobre como você deve fazer para ser um profissional brilhante, ficar rico ou vencer na vida. Percebeu? Virou uma constância ininterrupta e até exagerada de informações que buscam impor um comportamento para todos ganharem um quadro de “funcionário do mês” permanente. Estamos na era da ditadura da perfeição da selva corporativa. E, para piorar, muito do que se fala é um emaranhado de fórmulas prontas e receitas de autoajuda que não possuem fundamento. Mas ai daqueles que não a seguirem. Afinal, “você não quer ser o profissional perfeito?”. Se o exagero parece reinar, a situação agrava quando um grande veículo de comunicação na área de negócios publica dicas para se vestir como um empreendedor de sucesso. Aí, é demais! É a gota d’água. É preciso se posicionar sobre alguns excessos da autoajuda. Como se todos que seguissem essas orientações conseguissem o mesmo resultado. Como colocar uma calça jeans, uma blusa preta e um tênis surrado fosse transformar alguém em Steve Jobs. O mito do profissional perfeito deve ser quebrado e existe um aspecto muito importante nesse sentido: o psicológico. As pessoas se sentem desconfortáveis em aceitar seus problemas e para superá-los acreditam que ao seguirem determinadas cartilhas serão vencedores, invencíveis e perfeitos. O psiquiatra Steven Berglas, à frente da Escola de Medicina de Harvard, indicou em...

4 diretrizes para definir uma Proposta de Valor

Uma dúvida muito frequente que as pessoas têm quando estão preenchendo o CANVAS do seu negócio é o que exatamente colocar no quadrante da Proposta de Valor. Basicamente, a proposta de valor deve buscar uma reposta para a pergunta: por que um possível cliente deveria fazer negócio com sua empresa e não com seus concorrentes? Em outras palavras, o empreendedor deve explicar, em poucas palavras, o que distingue sua empresa do restante da concorrência. Muitas empresas definem seus negócios como tendo “o melhor atendimento” ou “os menores preços”, eu mesmo já cansei de assistir apresentações de trabalhos com uma dessas propostas. Não há nada errado nisso, desde que você realmente seja a única empresa que ofereça esse valor, destacando-se nessa área quando comparada aos seus concorrentes, como o Wal-Mart sempre fez. Entretanto, como você provavelmente não tem um poder de compra de bilhões de reais, obrigando os seus fornecedores a vender a preços irrisórios, essas duas opções devem ser desencorajadas, uma vez que são valores repetidos e oferecidos por muitos concorrentes. Mas afinal, como deve ser definida a proposta de valor da sua empresa? Segue abaixo quatro diretrizes que irão te ajudar a chegar a uma resposta convincente para essa pergunta, você deverá fazer uma avaliação em cada uma delas utilizando uma escala de 1 a 5. Excepcionalidade Faça com que sua proposta de valor se destaque e seja excepcional. A excepcionalidade diz respeito a originalidade da proposta. Propostas de valor muito comuns, como aquelas que destacam apenas o habitual serviço de atendimento ao cliente, receberão pontuação 1. Como bom exemplo, podemos citar a Gol, que optou por oferecer...
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