De que sua empresa precisa para transformar clientes em fãs?

De que sua empresa precisa para transformar clientes em fãs?

Você sabe o que uma religião, um time de futebol, um filme e uma marca bem-sucedida têm em comum? Todos sabem contar boas histórias. A religião, por exemplo, independente de qual ela seja, possui seus livros sagrados e os seus rituais. Os times de futebol não são diferentes. Histórias são contadas e recontadas de geração para geração com seus craques, títulos e conquistas. Converse com um fã de Star Wars ou com um apaixonado pela Apple por 15 minutos sobre esses temas e você vai escutar boas peripécias de como Skywalker ou a maçã mordida conseguiram auxiliar os seus mundos. Reparou em uma coisa? Todos esses elementos nos dão a sensação de pertencermos a um grupo e nos engajam a segui-los mais. O compartilhamento de histórias, sentimentos e experiências, aliás, está na base da cultura humana e é um elemento condicionado até mesmo por nossa fisiologia. Na Administração e no próprio dia a dia das empresas e dos profissionais não é diferente. A arte de contar histórias pode ser aplicada para mostrar o posicionamento da marca junto aos consumidores, vender produtos, serviços, ideias e aproximar as pessoas das empresas. No lado profissional, ela pode estar relacionada ao poder de convencimento (e persuasão) em uma negociação, nas apresentações, em uma promoção, na liderança etc. Claro, não é garantido que uma história conquiste a atenção das pessoas, principalmente se considerarmos o volume de informações diárias – aliás, é nesse contexto que as boas narrativas e a criatividade se sobressaem. O certo é que empresas que sabem contar boas histórias são aquelas que estão na ponta de seus mercados.. aquelas que transformaram...
Cancelei a minha conta no WhatsApp

Cancelei a minha conta no WhatsApp

Resolvi. Cancelei minha conta no WhatsApp. Eu demorei até certo tempo, comparado ao meu ciclo de convívio, para iniciar no aplicativo. Houve um encantamento imediato sobre a facilidade de trocar mensagens, vídeos, imagens, mas o efeito “nefasto” que o app provoca nas pessoas me fez abandonar a ideia de tê-lo. Essa é a afirmação de Fábio Bandeira, em Administradores.com.br A palavra “nefasto” pode até soar pesado para alguns, mas, de fato, é assim que passei a enxergar a questão. Ir a um barzinho, estar em uma confraternização/aniversário, encontrar os amigos. É quase uma regra (principalmente se você tem entre 12 a 30 anos), sempre terão aqueles que não desgrudam os olhos da tela do celular e entram em seu mundo paralelo digital, geralmente no WhatsApp ou Facebook. As pessoas ao redor desses “ultra conectados” parecem meras peças de um cenário paralisado que só acontece a real interação em três momentos: Na chegada ao local (é preciso cumprimentar as pessoas); no momento da foto (é claro, a foto vai para as redes sociais para mostrar como a pessoa se diverte com o restante do grupo); e na hora de ir embora (ainda dizendo como foi bom o reencontro). LEIA TAMBÉM Instagram: o ápice da idiotice na internet O problema é que esse número de pessoas alienadas está se multiplicando. Chega ao ponto que não existe um diálogo, fica cada um imerso em sua mini tela. Isso, quando a conversa entre as pessoas não é: “Você viu aquele vídeo no WhatsApp? Você tem que ver… muito engraçado. Estou enviando para o seu”. Sim, essa é apenas uma situação ruim do aplicativo,...
Um segredo que você precisa saber sobre os gênios de Harvard

Um segredo que você precisa saber sobre os gênios de Harvard

“Ok, Jack, agora você está na Matsushita: o que vai fazer?” O professor e os 87 colegas de Jack aguardam ansiosamente sua resposta à inesperada convocação. Jack está preparado; pensara nessa situação durante muito tempo, desde quando lhe disseram que o método de estudo de caso propunha-se a “desafiar o pensamento convencional”. Disseram-lhe também, repetidas vezes, que os bons gestores são decisivos – logo, bons estudantes de MBA precisam tomar posição. Assim, Jack respira fundo e responde. “Como posso responder a essa questão?”, começa. “Até ontem, mal havia ouvido falar da Matsushita. E hoje o senhor quer que me pronuncie sobre a estratégia da empresa…”. “Na noite passada, tinha dois outros casos para preparar. Para a Matsushita, com suas centenas de milhares de empregados e milhares de produtos, levei algumas horas. Li o caso rapidamente e depois o reli, digamos, não tão rapidamente. Que eu saiba, jamais usei algum de seus produtos (até ontem nem sequer sabia que a Matshushita fabrica a Panasonic). Jamais visitei qualquer uma de suas fábricas. Jamais estive no Japão. Jamais conversei com algum de seus clientes. Certamente não conheço nenhuma das pessoas mencionadas no caso. Além disso, o assunto envolve alta tecnologia e sou o típico sujeito ‘subtecnológico’. Adquiri minha modesta experiência profissional numa fábrica de móveis. E tudo o que preciso fazer é percorrer essas 20 páginas. Esse é um exercício superficial. Recuso-me a responder a sua pergunta!”. O que terá acontecido a Jack? Deixarei que você adivinhe. Mas dali, Jack retorna ao negócio de móveis, onde mergulha em seus produtos e processos, conhecendo a fundo as pessoas e o setor. É particularmente...
O medo vende, e muito bem

O medo vende, e muito bem

Você está sozinho em casa e já é de madrugada. Desperta da cama com aquela sede incontrolável. O silêncio da noite é quebrado com a chuva que cai intensamente lá fora e com as fortes rajadas de vento que imitam um lobo uivando. Então, você ouve a porta da frente batendo. Seu coração dispara, a respiração torna-se ofegante e todo o seu corpo começa a contrair de forma instintiva. Logo depois, percebe que não tem ninguém tentando entrar em sua casa. Foi apenas um forte vento o responsável por encadear todas essas sensações. Os poucos segundos de pânico, antes da constatação de ter somente o vento como companhia, geralmente, parecem uma eternidade. Sempre que sentimos uma emoção proveniente do “medo”, como o eminente perigo que se aproxima, o ser humano cria uma reação inconsciente que basicamente o coloca em duas situações: enfrentar ou fugir. Isso acontece com todos e define muito das escolhas que tomamos, entre elas, a que envolve o ambiente profissional. Um funcionário que, com receio da opinião do chefe ou do grupo não apresenta uma proposta diferente com medo de estar errado; o receio de falar em público, de tentar uma mudança de carreira e não ser a melhor escolha. Geralmente, ir ao encontro do desconhecido cria barreiras e afirmações comuns como “eu não consigo” ou “eu não estou pronto” e, pode ser um alento para que as pessoas não busquem avançar. Até com uma empresa que lança um novo produto no mercado apenas pelo receio do concorrente ultrapassá-la. Os exemplos são evidentes no setor automobilístico e também no tecnológico. Dificilmente o lançamento de um produto...
Como ganhar um debate tendo (ou não) a razão?

Como ganhar um debate tendo (ou não) a razão?

Todos os dias somos bombardeados por argumentos e contra-argumentos sobre praticamente tudo. Na política, na religião, no esporte, com as marcas que desejam nos convencer que são as melhores, diante de opiniões divergentes em projetos no trabalho, nas discussões de relacionamentos entre casais… Até em nossa alimentação virou praxe a utilização de argumentos para nos convencer sobre o que comer e o que não comer. E é fato, saber se comunicar de forma eficaz e persuasiva sempre foi uma “arma” poderosa para que esses argumentos fortaleçam a nossa posição e sejam tomados como verdade. Em um debate, seja o tema qual for , usar algumas técnicas de discurso podem fazer toda a diferença para convencer outros ouvintes – e até o “adversário” – que uma tese é a melhor (mesmo ela não sendo). Fatores como a escolha e a memorização dos conteúdos do discurso, a disposição de como é colocado aos outros e a elocução influenciam no poder de convencimento. Mas, não é só isso. Fomos buscar inspiração de dois filósofos de diferentes épocas para aprender outras técnicas de debate e persuasão: os conceitos da retórica expostos por Aristóteles (384-322 a.C) e os estratagemas dialéticos abalançados por Arthur Schopenhauer (1788-1860). O intuito não é burlar regras e transformar você em um típico e “ensaboado” político experiente, mas, sim, despertar uma preocupação para quem não deseja se perder no labirinto das argumentações capciosas e da influência psicológica dos discursos. Use a autoridade O debate é mais fácil de ser encarado quando, entre os argumentos, estão as citações. Em vez de apenas seus fundamentos, utilize a fala de especialistas sobre determinado...
Abaixo a cartilha da perfeição!

Abaixo a cartilha da perfeição!

Basta entrar em qualquer livraria para ser bombardeado por dezenas de títulos que prometem, ao aplicar uma receita básica, conduzi-lo à carreira de sucesso. Em palestras – diversas delas – um discurso simplista e a certeza de que, ao seguir uma cartilha, você será capaz de tudo. Na mídia: dicas, passos e regras sobre como você deve fazer para ser um profissional brilhante, ficar rico ou vencer na vida. Percebeu? Virou uma constância ininterrupta e até exagerada de informações que buscam impor um comportamento para todos ganharem um quadro de “funcionário do mês” permanente. Estamos na era da ditadura da perfeição da selva corporativa. E, para piorar, muito do que se fala é um emaranhado de fórmulas prontas e receitas de autoajuda que não possuem fundamento. Mas ai daqueles que não a seguirem. Afinal, “você não quer ser o profissional perfeito?”. Se o exagero parece reinar, a situação agrava quando um grande veículo de comunicação na área de negócios publica dicas para se vestir como um empreendedor de sucesso. Aí, é demais! É a gota d’água. É preciso se posicionar sobre alguns excessos da autoajuda. Como se todos que seguissem essas orientações conseguissem o mesmo resultado. Como colocar uma calça jeans, uma blusa preta e um tênis surrado fosse transformar alguém em Steve Jobs. O mito do profissional perfeito deve ser quebrado e existe um aspecto muito importante nesse sentido: o psicológico. As pessoas se sentem desconfortáveis em aceitar seus problemas e para superá-los acreditam que ao seguirem determinadas cartilhas serão vencedores, invencíveis e perfeitos. O psiquiatra Steven Berglas, à frente da Escola de Medicina de Harvard, indicou em...

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