Informatização é = CMC sem erros! Vou lhe provar [Veja]

Informatização é = CMC sem erros! Vou lhe provar [Veja]

Quando o seu município contrata um Prontuário Eletrônico integrado com a sua Central de Marcação de Consultas, eu lhe garanto, não haverá mais qualquer erro relacionado ao acesso das consultas e atendimento especializado, bem como em toda organização administrativa da mesma. Como gestor, obviamente este artigo é de seu interesse e indispensável para a leitura, por isso, continue lendo e se surpreenda. Conheça agora os três erros clássicos da sua Central de Marcação de Consultas. E lembrando, na minha opinião, o segundo é o pior e mais grave deles. Erro #1 – O médico trocou a guia do encaminhamento, e agora? Digamos que este é um deslize comum. Nas UBS’s, ao solicitar um Encaminhamento para qualquer paciente, o médico se depara com uma verdadeira papelada de guias em sua gaveta (mesa), sejam AIH’s, APAC’s, TFD’s ou até mesmo os próprios Encaminhamentos. Logo, em meio a esta bagunça, confundir e preencher, por exemplo, um AIH em uma guia APAC, é um erro que pode facilmente acontecer. E agora, pensando em escala nacional: quando vários médicos de diversas UBS’s erram no preenchimento das guias de Encaminhamento, simplesmente estes pedidos voltam para os PSF’s, atrasando-se ainda mais o atendimento dos pacientes nas Policlínicas de todo país. Devemos parar e refletir, pois lamentavelmente vários pedidos de encaminhamentos voltam para os PSF’s ao serem preenchidos em guias diferentes, tornando-se mais difícil e delongado o acesso dos usuários SUS às consultas e atendimento especializado. Mude! Evite este erro! Por outro lado, quando o seu município faz uso de um Prontuário Eletrônico integrado com a Central de Marcação de Consultas, primeiramente, não existirá uma verdadeira papelada de guias a...
E-SUS, o grátis que sai caro!

E-SUS, o grátis que sai caro!

8 razões pelas quais você deve contratar um Prontuário Eletrônico! “Lembrando, a #7 é minha favorita!” 1 – O E-SUS não tem integração e importação automática com o CAD-SUS! Por quê sai caro? 90% da população brasileira já é cadastrada no CAD-SUS e sua cidade também deve apresentar o mesmo porcentual. Mas pelo fato do E-SUS não ter integração e importação automática com o CAD-SUS, você deverá organizar um verdadeiro “mutirão” de pessoas para cadastrar toda a população de sua cidade nos Prontuários Eletrônicos de cada UBS. Então, significa dizer que você e seu município farão um trabalho já feito. Esse cadastramento será feito manualmente, ou seja, “um por um” de todos os habitantes de sua cidade deverão ser cadastrados no E-SUS. O pior é que você tem um prazo curto de tempo para realizar esses cadastramentos e trabalho extremo. No entanto, contratando um sistema de Prontuário Eletrônico que importe automaticamente os registros previamente já cadastrados no CAD-SUS, você não terá qualquer tipo de gasto (contratação de mutirão de pessoas) e, é claro, transtorno. Para melhorar seu entendimento, veja: uma importação “automática” dos dados do CAD-SUS feita pelo sistema MeuProntuário. 2 – O E-SUS não atinge as necessidades cobradas pelo PMAQ – Acolhimento, Agenda Unificada e Prontuário Eletrônico!   Por quê sai caro? Não é novidade para ninguém que o PMAQ tem como objetivo principal melhorar a qualidade da Atenção Básica. Por isso, em meio às perguntas do Avaliador Externo (PMAQ), será cobrada a informatização (implantação de prontuários eletrônicos) em suas UBS’s. Porém, tome cuidado! O E-SUS não “prova” para o PMAQ que existe Acolhimento implantado em suas UBS’s, que deve...
Cuidado! Município Não Informatizado = GASTOS e INEFICIÊNCIA.

Cuidado! Município Não Informatizado = GASTOS e INEFICIÊNCIA.

Muitos municípios realizam hoje, na área da saúde, vários trabalhos árduos e burocráticos que poderiam ser evitados. O pior é que esses procedimentos burocráticos geram gastos ao seu município e torna ineficiente toda a organização administrativa da saúde. Portanto, no quesito “organização administrativa”, hoje, principalmente na Central de Marcação de Consultas do seu município, podemos dizer que ocorrem os maiores gastos e talvez os procedimentos de trabalho mais árduos e ineficientes. No entanto, de antemão já lhe adianto: “Os gastos e árduos procedimentos de trabalho que ocorrem na Central de Marcação de Consultas do seu município poderiam ser evitados por meio da Informatização (implantação de prontuários eletrônicos nas UBS’s).” Com o propósito de um melhor esclarecimento, veja nesse esquema abaixo como funciona, SEM a informatização, a Central de Marcação de Consultas do seu município. Lembrando que esse esquema será crucial para lhe mostrar onde está ocorrendo o gasto e a ineficiência.   Município Não Informatizado – CMC:   Onde está ocorrendo o Gasto e a Ineficiência:   Então, quando não informatizado, seu município paga respectivos funcionários para realizarem funções que poderiam ser feitas automaticamente por sistemas informatizamos, sem nenhum tipo de esforço ou sequer transtorno. Significa ainda dizer, que os funcionários da Central de Marcação de Consultas, ambos responsáveis por digitar e agendar encaminhamentos, estão sendo “desperdiçados”, pois poderiam ser aproveitados em tantos outros afazeres na Secretária.  Prontuário de Papel = Mais gastos com mão de obra!   É necessário que você pare e reflita, sendo que existe hoje, em cada uma de suas UBS’s, um funcionário (a) para separar, organizar e buscar prontuários de papel. São funcionários que...
Sim, é importante informatizar seu município!

Sim, é importante informatizar seu município!

Atualmente, pequenas cidades brasileiras, com população de até 10 mil habitantes, enfrentam problemas na área da saúde no que se refere ao atendimento geral da população, sendo mais especifico, esses problemas ocorrem mais necessariamente na Atenção Básica. Grande parte desses municípios possuem, na maioria das vezes, somente UBS’s como estabelecimentos de saúde disponíveis para atender toda a população. Também é preocupante que muitas dessas cidades chegam a ter somente 1 (uma) única UBS em funcionamento. Ineficiência e Superlotação nas UBS’s: A saúde em completa desordem! Pensando de uma maneira prática e real: Oferta = serviços disponibilizados pelas UBS’s e Demanda = População do município. São estas as razões pelas quais as Unidades Básicas de Saúde entram em crise e, consequentemente, comprometem toda a saúde do município, pois estes Postos atendem a 80% dos problemas de saúde da população e logicamente sempre estarão lotados. Por isso, pela grande procura de atendimento, as Unidades de Saúde (Atenção Básica) devem ser extremamente “ágeis” e resolver, de forma eficiente é claro, o mais rápido possível os problemas de saúde da população, dando rotatividade ao atendimento – ofertando “vaga”, no sentido exato da palavra, para que outros pacientes também possam ser atendidos. Não havendo agilidade no atendimento das UBS’s, a saúde do seu município está ou se tornará um caos. “Atrasos e Demoras”, nós podemos apontar esses dois termos como os principais fatores que tornam a saúde do seu município uma real desordem! Na prática, quando existe no Posto demora em conseguir agendar consultas, marcar ou solicitar um exame, diagnósticar um paciente, dar o resultado de um atendimento e principalmente atrasos médicos, cada vez, mais...
O PMAQ cobra: Elimine a Burocracia!

O PMAQ cobra: Elimine a Burocracia!

As Unidades Básicas de Saúde são a porta de entrada mais importante do Sistema Único de Saúde (SUS). O objetivo desses Postos é atender até 80% dos problemas de saúde da população, sem que haja a necessidade de encaminhamento para hospitais. Portanto, concluímos que os Postos de Saúde sempre se encontram lotados, e a organização das equipes de saúde é fundamental para que seja prestado um serviço qualitativo para toda a população. É essencial, que todos os profissionais de saúde (médicos e enfermeiros) estabeleçam métodos para simplificar as consultas e tratamentos prestados aos pacientes, possibilitando uma maior rotatividade nos Postos de Saúde para que todos possam desfrutar ao máximo das funcionalidades do SUS. Mas deve-se deixar bem claro que o maior vilão da superlotação dos Postos de Saúde é a burocracia, dificultando processos que poderiam e se tornam bem simples se olharmos de um ângulo prático. Por exemplo, existe uma demanda significativa de pacientes que participam de programas ou grupos prioritários de cuidado continuado (hipertensão ou diabetes) que vão aos Postos de Saúde com a necessidade de tentar o agendamento de uma consulta para renovar uma simples receita. Chegamos no “ponto chave” da nossa questão, o PMAQ quer saber se sua equipe e Posto de Saúde em geral executam procedimentos burocráticos, dessa forma, será perguntado pelo Avaliador Externo (PMAQ): “A equipe realiza renovação de receitas para os usuários de cuidado continuado/de programas como hipertensão e diabetes, SEM A NECESSIDADE de marcação de consultas médicas”? Evidentemente, nesses casos, marcar consultas é algo extremamente desnecessário. Reflita você mesmo: todos os pacientes que participam de programas ou grupos de cuidado continuado se...
O PMAQ cobra: Programe ações para Grupos Prioritários!

O PMAQ cobra: Programe ações para Grupos Prioritários!

O PMAQ tem uma atenção especial a grupos prioritários de cuidado continuado. Dessa forma, para alcançar mais pontos na escala avaliativa (PMAQ), suas equipes devem programar ações de educação em saúde para pacientes de grupos prioritários. Os pacientes pertencentes a esses grupos são:  crianças menores de 5 anos, idosos, gestantes, hipertensos, diabéticos, pessoas com tuberculose e portadores de hansianíese. Na primeira fase das visitas domiciliares é feito o primeiro contato e mapeamentos de todos esses grupos prioritários. É um processo relativamente aleatório: os agentes saúde saem por meio de um trabalho de campo e visitam os moradores de uma determinada área. Através de fichas, é registrado o cadastro e o estado de saúde desses pacientes. Essa fichas geram os dados do SIAB, e são elas: ficha B-GES (gestante), ficha B-HA (hipertenso), ficha B-DIA (diabético), ficha C (crianças), ficha B-TB (pessoas com tuberculose) e ficha B-HAN (pessoas com hanseníase). Logo, as informações contidas nessas fichas será de suma importância para que as equipes de saúde possam buscar e localizar esses pacientes, com o objetivo de programar ações de educação em saúde. Dentre essas ações, podemos citar, por exemplo, a distribuição  de cartilhas e folhetos direcionados ao público-alvo, palestras preventivas e é claro, acompanhamento domiciliar. O PMAQ deseja que as equipes de saúde “busquem e criem vínculo (interajam)” com esses pacientes, para que se possa fortalecer a união entre a equipe, o usuário SUS e a família. Por isso, após esse trabalho de campo e preenchimento de todas essas fichas, é a vez das equipes de saúde promoverem ações pactuadas e eficientes visando esses grupos prioritários de pacientes, de uma forma eficiente...

This is a demo store for testing purposes — no orders shall be fulfilled.