Informatização é = CMC sem erros! Vou lhe provar [Veja]

Informatização é = CMC sem erros! Vou lhe provar [Veja]

Quando o seu município contrata um Prontuário Eletrônico integrado com a sua Central de Marcação de Consultas, eu lhe garanto, não haverá mais qualquer erro relacionado ao acesso das consultas e atendimento especializado, bem como em toda organização administrativa da mesma.

Como gestor, obviamente este artigo é de seu interesse e indispensável para a leitura, por isso, continue lendo e se surpreenda.

Conheça agora os três erros clássicos da sua Central de Marcação de Consultas. E lembrando, na minha opinião, o segundo é o pior e mais grave deles.

Erro #1 – O médico trocou a guia do encaminhamento, e agora?

Digamos que este é um deslize comum. Nas UBS’s, ao solicitar um Encaminhamento para qualquer paciente, o médico se depara com uma verdadeira papelada de guias em sua gaveta (mesa), sejam AIH’s, APAC’s, TFD’s ou até mesmo os próprios Encaminhamentos.

Logo, em meio a esta bagunça, confundir e preencher, por exemplo, um AIH em uma guia APAC, é um erro que pode facilmente acontecer.

E agora, pensando em escala nacional: quando vários médicos de diversas UBS’s erram no preenchimento das guias de Encaminhamento, simplesmente estes pedidos voltam para os PSF’s, atrasando-se ainda mais o atendimento dos pacientes nas Policlínicas de todo país.

Devemos parar e refletir, pois lamentavelmente vários pedidos de encaminhamentos voltam para os PSF’s ao serem preenchidos em guias diferentes, tornando-se mais difícil e delongado o acesso dos usuários SUS às consultas e atendimento especializado.

Mude! Evite este erro!

Por outro lado, quando o seu município faz uso de um Prontuário Eletrônico integrado com a Central de Marcação de Consultas, primeiramente, não existirá uma verdadeira papelada de guias a serem preenchidas na mesa dos médicos.

Neste caso, o médico terá um caminho bastante simples no Prontuário Eletrônico para solicitar qualquer encaminhamento, diminuindo praticamente em 0 (zero) a chance de ocorrer um erro em trocar a guia de qualquer procedimento.

Veja o exemplo na imagem abaixo:

O qu eu quero

Tela do Sistema MeuProntuário.

 

E se raramente ocorrer uma troca de guia, na própria Central de Marcação de Consultas, o Prontuário Eletrônico permitirá que o profissional autorizador corrija a guia que estiver errada.

Veja o exemplo na imagem abaixo:

Tela do Sistema MeuProntuário - Trocando-se uma guia (CMC).

Tela do Sistema MeuProntuário – Trocando-se uma guia (CMC).

Portanto, ficou bem claro que o Prontuário Eletrônico procura facilitar o acesso de toda população às consultas nas Policlínicas e Hospitais (atendimento especializado), por meio de mecanismos que tornam o trabalho na Central de Marcação de Consultas bem mais aperfeiçoado.

Erro #2 – Ultrapassou (estourou) a verba de execução, e agora?

Dentro da UBS, quando um paciente necessita de atendimento especializado, o Posto de Saúde fará um pedido solicitando que este paciente seja atendido em uma Policlínica ou Hospital. Logo, o município tem uma cota fixa (dinheiro) que determina quantos procedimentos especializados, solicitados pelas UBS’s, podem realmente serem executados nas Policlínicas e Hospitais.

Pois bem, acontece que dentro da UBS o médico não tem este conhecimento: de quanto o município poderá gastar com a execução de consultas especializadas ou exames. Então, digamos que ninguém controla a mão do médico, pois ele solicita procedimentos (atendimento nas Policlínicas e Hospitais) com base nas necessidades do paciente, apenas isso.

Dando continuidade, uma infinidade de procedimentos especializados são solicitados pelos médicos das UBS’s, mas autorizar, em todo município, qual a quantidade de procedimentos que poderão ser executados com base na verba (dinheiro) de execução disponível, é uma tarefa exclusiva dos profissionais da Central de Marcação de Consultas.

Mas quando não existe o auxílio da informatização, o risco do seu município gastar mais do que tem na execução de encaminhamentos e exames será sempre algo iminente, por isso, vamos refletir:

Como já falado, ninguém segura à mão do médico e consequentemente, os profissionais da Central de Marcação de Consultas recebem sempre uma verdadeira pilha de encaminhamentos vinda dos Postos de Saúde.

Logo, estes profissionais deverão calcular, em meio a um “amontoado de papéis”, quantos destes procedimentos poderão ser autorizados e agendados nas Policlínicas e Hospitais. E lembrando, este calculo é feito para que a Verba de execução do município jamais seja ultrapassada.

Só que manualmente, sem o auxílio da informatização, erros no cálculo destas solicitações de atendimentos irão ocorrer, isto é fato!

Acontece, que dentro da Central de Marcação, para saber se existe ou não verba disponível, cada procedimento é calculado 1 (um) por 1 (um)… Por isso, pensando de forma prática, como são milhares de Encaminhamentos a serem separados e contados, por origem (UBS) e caráter (urgência, eletivo…) é inevitável ocorrerem erros de cálculos.

CMC

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Quem garante que na sua Central de Marcação de Consultas, alguns encaminhamentos não já foram calculados a mais, perdidos ou até mesmo nem contatos?

O pior, é que quando estas verbas são ultrapassadas, haverá crises administrativas no SUS.

Mude! Evite este erro!

No entanto, por outro lado, um Sistema Informatizado de Prontuário Eletrônico irá calcular automaticamente o Teto orçamentário (Verba) que cada Posto de Saúde possui para ter seus pedidos de encaminhamentos e exames executados. Esta tarefa é feita automaticamente e digo mais, fazê-la manualmente é algo primitivo.

E por ventura, quando alguma verba de determinada UBS atingir o teto máximo, não sendo mais possível pedir (solicitar) Encaminhamentos, o próprio Sistema avisará em tela.

Veja o exemplo na imagem abaixo:

Tela do Sistema MeuProntuário - Alerta de fim de verba (CMC).

Tela do Sistema MeuProntuário – Alerta de fim de verba (CMC).

 

 

 

 

 

 

Portanto, ficou claro que o Prontuário Eletrônico administra de forma efetiva a Central de Marcação de Consultas, ou diria melhor, até mesmo o SUS.

Erro #3 – A secretária da Central de Marcação agendou as consultas no horário errado, e agora?

Um problema crônico: Por quê ocorrem os atrasos no SUS? Uma grande parcela de culpa é da Central de Marcação não Informatizada.

Da Central de Marcação, grande parte das secretárias, que agendam as consultas nas Policlínicas e Hospitais, não sabem os dias e horários disponíveis na agenda dos médicos.

Logo, essas secretárias acabam marcando essas consultas em horários e dias errados, onde os médicos sequer atendem.

Resultado: os pacientes deverão esperar um grande tempo para serem atendidos, aumentando mais ainda a desordem no SUS.

Mude! Evite este erro!

Para agendar qualquer consulta o profissional que estiver executando esta tarefa terá disponibilizado em tela os dias e horários disponíveis do médico que fará o atendimento.

E melhor, quando o paciente tem sua consulta agendada, ele recebe automaticamente uma mensagem SMS o informando: dia, horário e local de atendimento.

Veja o exemplo na imagem abaixo:

Tela do Sistema MeuProntuário - Organização de horários (CMC).

Tela do Sistema MeuProntuário – Organização de horários (CMC).

Evidentemente, este auxílio irá diminuir em suma os atrasos no SUS referentes às consultas e atendimentos especializados.

E então, o quê achou?

É necessário, informatizando, combater estes 3 (três) clássicos e graves erros de sua Central de Marcação?

Dê sua opinião, ela é muito importante para nós.  Você e seu município podem ter uma Central de Marcação sem erros.

Pense bem, e se precisar de ajuda não exite em falar conosco.

Dr. Leonardo Alves
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Dr. Leonardo Alves

Médico, Cardiologista, Estudioso de SUS e Informática médica.
CEO/Diretor da empresa MeuProntuário.net.
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