PMAQ – Vigilância e Tuberculose e Hanseníase

O sexto bloco de Indicadores é o PMAQ – Vigilância e Tuberculose e Hanseníase. Nesse grupo, há 2 indicadores de saúde que devem ser analisados com cuidado pela Equipe de Saúde para prestar um melhor o tratamento de pacientes com Hanseníase e Tuberculos. Confira como o seu município deve analisar cada um desses gráficos e indicadores.

PMAQ – Tudo Sobre PMAQ – Seus Indicadores PMAQ – Como Implantar PMAQ – Em sua Cidade 

 

Como Ler Essa Série de Artigos:

Nesta série de Artigos, você verá como analisar o PMAQ de forma inteligente, utilizando Gráficos de Avaliação diretamente na tela do seu computador e verá como implantar todos esses Gráficos em sua cidade em até 7 dias. Clique em um dos links abaixo para conhecer cada um dos indicadores.

  1. O quê é o PMAQ – Guia Completo.
  2. O quê ganho com o PMAQ?
  3. Área: Saúde da Mulher
  4. Área: Saúde da Criança
  5. Área: Controle de Diabetes Mellitus e Hipertensão Arterial Sistêmica
  6. Área: Saúde Bucal
  7. Área: Produção Geral
  8. Área: Vigilância – Tuberculose e Hanseníase [Você está aqui]
  9. Área: Saúde Mental
  10. Avaliando o PMAQ por Microárea – Separando o “Joio do Trigo”
  11. Indicadores do PMAQ – Como Implantar em 7 dias

 

6.1 PMAQ – Média de atendimentos de tuberculose:

Conceito: número médio de atendimentos para pessoas com tuberculose cadastradas em determinado local e período.

O atendimento de pessoas com tuberculose nas unidades básicas de saúde é realizado por médicos e enfermeiros das equipes, cujo registro se dá na Ficha D – Ficha para Registro de Atividades, Procedimentos e Notificações, e é consolidado no relatório PMA2 – Relatório de Produção e de Marcadores para Avaliação, do Sistema de Informação da Atenção Básica – SIAB. O número de pessoas com tuberculose é levantado no momento da visita domiciliar e registrado como doença referida pela família no SIAB.

Mede o número médio de atendimentos por pessoa com tuberculose, avaliando a suficiência da oferta desses procedimentos frente à demanda potencial, supondo que esses atendimentos fossem igualmente distribuídos para cada uma das pessoas com tuberculose cadastradas na área da equipe.

Não permite a avaliação da cobertura ou acesso real das pessoas com tuberculose, mas apenas da adequação do volume de atendimentos às
necessidades potenciais da população cadastrada pela equipe.

Esse indicador contribui para a análise das condições de saúde da população e para a avaliação das ações das equipes para o controle da tuberculose. Também pode subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas para a assistência das principais doenças transmissíveis.

Entre os fatores que podem influenciar a utilização das unidades básicas de saúde para o controle de tuberculose podemos citar: fatores socioeconômicos, condições de acesso (distância da UBS, horário de atendimento,…), organização do sistema local de saúde, confiança da
população na equipe de saúde da unidade básica, entre outros.

Função do Indicador no PMAQ – Vigilância e Tuberculose e Hanseníase: Monitoramento

Periodicidade: Mensal

 

6.2 PMAQ – Média de atendimentos de hanseníase:

Conceito: número médio de atendimentos para pessoas com hanseníase cadastradas em determinado local e período.

O atendimento de pessoas com hanseníase nas unidades básicas de saúde é realizado por médicos e enfermeiros da equipe de atenção básica. O registro dessas ações se dá na Ficha D – Ficha para Registro de Atividades, Procedimentos e Notificações, e é consolidado no relatório
PMA2 – Relatório de Produção e de Marcadores para Avaliação, do Sistema de Informação da Atenção Básica – SIAB.

Os dados de cadastro das pessoas com hanseníase são registrados no momento da visita domiciliar (Ficha B – HAN) e estão disponíveis como doença ou condição referida pela família (Hanseníase (HAN)) no Cadastro da Família (Ficha A) do SIAB.

Esse indicador mede o número médio de atendimentos por pessoa com hanseníase, avaliando a suficiência da oferta desses procedimentos frente à demanda potencial, supondo que esses atendimentos fossem igualmente distribuídos para cada uma das pessoas com hanseníase
cadastradas na área da equipe. Não permite a avaliação da cobertura ou acesso real das pessoas com hanseníase, mas apenas da adequação do volume de atendimentos às necessidades potenciais da população cadastrada pela equipe.

Esse indicador contribui para a análise das condições de saúde da população e para a avaliação das ações das equipes para o controle da hanseníase. Também pode subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas voltadas para a assistência das principais doenças transmissíveis.

Entre os fatores que podem influenciar a utilização das unidades básicas de saúde para o controle da hanseníase, podemos citar: fatores socioeconômicos, condições de acesso (distância da UBS, horário de atendimento,…), organização do sistema local de saúde, confiança da população na equipe de saúde da unidade básica, entre outros. Em alguns municípios esses atendimentos não são realizados pelas equipes de atenção básica da área onde residem as pessoas com hanseníase, as quais são acompanhadas de forma centralizada por unidades de referências da atenção especializada, o que dificulta o acesso da população ao atendimento e interfere no resultado desse indicador.

Esse indicador permite avaliar variações geográficas (micro áreas, áreas, etc) e temporais na cobertura do atendimento de pessoas com hanseníase, identificando situações de desigualdade e tendências que demandem ações e estudos específicos, como parte do conjunto de ações de vigilância epidemiológica da doença. Também pode subsidiar processos de planejamento, gestão e avaliação de políticas públicas e ações de saúde direcionadas para o controle da hanseníase.

Função do Indicador no PMAQ – Vigilância e Tuberculose e Hanseníase: Monitoramento.

Periodicidade: Mensal

== GRÁFICO ==

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