Doutor, cuidado! Sua Secretária está trocando seus prontuários!

Doutor, cuidado! Sua Secretária está trocando seus prontuários!

Nós médicos sabemos com é importante, por Lei (nº 1.6382), o preenchimento e organização correta dos prontuários dos nossos pacientes. No entanto, as deficiências dos Prontuários de Papel, relacionadas, de início, ao cadastro do paciente, irão comprometer de maneira ética a qualidade do seu trabalho. Confira agora mesmo o perigo que você está correndo! Tenha uma recepção eficiente. Tenha um Consultório eficiente. Início do Problema: Cadastros mal feitos! Em dias normais, onde sua agenda não está nem mesmo tão lotada, ao fazer o cadastramento do paciente manualmente (procedimento demorado), suas Secretárias, para agilizar o atendimento e dessobrecarregar a recepção da Clínica, farão frequentemente abreviações de nomes e deixaram alguns dados de preenchimento do paciente para trás, como sexo, data de nascimento, nome da mãe e dentre outros. E ao longo do dia, à medida que você atende mais pacientes, suas Secretárias vão, por natural e iminente cansaço, tornando o cadastramento (identificação do prontuário) cada vez menos específico. Além do mais, uma papelada enorme de prontuários cresce e fica praticamente impossível organizá-los. Mas o perigo está, silenciosamente, em outro lugar!                           Você já parou para pensar quantos dos seus pacientes se chamam “José Silva, “Maria Helena” ou “Luiz de Almeida ?” Com a existência de cadastros incompletos, cheios de nomes com mesma escrita (homônimos) e abreviados, acaba sendo extremamente difícil distinguir os Prontuários de Papel. Por exemplo, três dos seus pacientes se chamam “Manoel Pereira da Silva”, como distinguir o Prontuário de Papel de cada um destes pacientes em meio a uma identificação incompleta (cadastro pouco específico)? E o problema...
7 segredos infalíveis para sobreviver no mercado

7 segredos infalíveis para sobreviver no mercado

Recentemente acompanhei o relato de um jovem empresário que estava com dificuldades em seu negócio. A empresa dele – que é de serviços – foi herdada do pai, está bastante tempo no mercado, mas encontra-se com um problema grave: faltam clientes. Os prejuízos começavam a acumular, os salários dos empregados estavam atrasados e tudo estava desandando. O empresário estava desesperado e com medo de falir pelo fato de não saber o que fazer para voltar a antiga demanda de serviços e a boa clientela, comum no passado. Mas, o que está faltando para o negócio voltar a ter clientes? Como fazer para alavancar ou retornar as vendas do negócio? Qual era o grande problema? O que o empresário citado acima demorou para reparar foi que as táticas de vendas utilizadas por ele – que eram as mesmas utilizadas no tempo que seu pai era o dono – já não funcionavam tão bem. A entrada de novos concorrentes na cidade fez com que o mercado ficasse mais disputado e a necessidade de algumas mudanças e ajustes fossem realizados. Essa necessidade do empresário é comum entre muitos outros empreendedores que passam por períodos de dificuldades em seus negócios. Como forma de colaborar nesse momento, relato sete dicas que podem fazer a diferença e oxigenar os empreendimentos nas horas difíceis.   1 – Atendimento. Tenha em mente que clientes felizes com o serviço indicam sua empresa para outros amigos. Converse com toda a equipe. Sejam educados no contato com os consumidores, eficientes na atuação e sem atrasos. Lembre-se de repassar sempre um cartão com telefone e endereço para os serviços que realizarem....
Ser diferente faz a diferença

Ser diferente faz a diferença

Existem empresas que inauguram novas formas de se relacionar e que aplicam esse tipo de postura na cultura corporativa. Elas são diferenciadas, pois, além do produto que oferecem, agregam ideias e práticas inovadoras que fogem ao senso comum e estimulam uma nova modalidade de comportamento empresarial. Na Google, por exemplo, é possível observar essa “atitude diferente” enraizada nas próprias instalações de seus escritórios, com direito a sala de relaxamento, escorregador e tantas outras opções. A Apple, por sua vez, tem revolucionado o mundo da tecnologia e das ideias, conquistado mercados de maneiras diferentes e personalizadas. Tem até brasileiro que virou referência nas revistas de negócios internacionais quando o assunto é gestão inovadora. O executivo Ricardo Semler, na década de 1980, trouxe uma forma não-convencional para a administração da Semco S/A. Para você ter ideia, dentre outras coisas, ele criou na empresa um comitê chamado “C tá loko”. O princípio era bem simples. Um fórum de ideias diferentes que só poderia sair alguma coisa aprovada se alguém falasse a frase “Você está louco!”. São pessoas e empresas que pensam diferente, buscam estar fora do quadrado e fogem do tradicional. A verdade é que hoje cada vez mais diminui o espaço para produtos medianos voltados a pessoas comuns. Os consumidores querem produtos inovadores; as empresas querem profissionais diferenciados; a mídia quer divulgar o inusitado. Tive o privilégio, recentemente, de assistir uma palestra do Philip Kotler e entre várias declarações e ensinamentos que ele transmitiu, um deles me chamou bastante atenção: “Se você inovar frequentemente terá muitos fracassos, mas se você não inovar, sairá do mapa. Então, você não tem escolhas”. “Realmente...
Os riscos de um merchandising mal feito

Os riscos de um merchandising mal feito

Aumentar as vendas. Essa é uma ação que vive permeando a cabeça de executivos, empreendedores e profissionais de boa parte do mundo dos negócios. Afinal, para qualquer empresa sobreviver é preciso oferecer e vender um produto ou serviço. Nessa hora, montar estratégias para arrebanhar novos clientes se torna um processo mais do que natural, seja o consumidor sendo uma pessoa ou até mesmo outra empresa. O objetivo geralmente é convencer aquele cliente que o produto oferecido pode ser mais vantajoso do que o divulgado pelo concorrente. Um dos pontos primordiais nesse processo é o merchandising e o uso de técnicas e ferramentas de mídia para a veiculação de campanhas publicitárias. A grande importância do merchandising está no fato dele ser a soma de ações promocionais e materiais de pontos-de-venda que ajuda no estágio da compra. O merchandising tanto pode usar a propaganda (quando divulga ofertas na mídia) como a promoção de vendas (através de preços mais baixos ou brindes). E não faltam exemplos delas espalhadas. Basta ligar a TV, em qualquer programa de auditório ou capítulo de novela, que um produto aparecerá sendo comentado. O problema, no entanto, é quando o merchandising aparece completamente fora do contexto ou algo inusitado acontece. Aquilo que era para ser um momento de persuasão da marca transforma-se em algo bizarro. Entre os campeões estão marcas de xampus, produtos de beleza, comidas, eletrodomésticos, lojas de roupas, que são empurrados ladeira abaixo e acabam se transformando em motivo de chacota. Muitas vezes, a falta de planejamento, a correria do dia a dia, a imposição dos anunciantes são as grandes inimigas para um produto ou serviço...

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