Sim, é importante informatizar seu município!

Sim, é importante informatizar seu município!

Atualmente, pequenas cidades brasileiras, com população de até 10 mil habitantes, enfrentam problemas na área da saúde no que se refere ao atendimento geral da população, sendo mais especifico, esses problemas ocorrem mais necessariamente na Atenção Básica. Grande parte desses municípios possuem, na maioria das vezes, somente UBS’s como estabelecimentos de saúde disponíveis para atender toda a população. Também é preocupante que muitas dessas cidades chegam a ter somente 1 (uma) única UBS em funcionamento. Ineficiência e Superlotação nas UBS’s: A saúde em completa desordem! Pensando de uma maneira prática e real: Oferta = serviços disponibilizados pelas UBS’s e Demanda = População do município. São estas as razões pelas quais as Unidades Básicas de Saúde entram em crise e, consequentemente, comprometem toda a saúde do município, pois estes Postos atendem a 80% dos problemas de saúde da população e logicamente sempre estarão lotados. Por isso, pela grande procura de atendimento, as Unidades de Saúde (Atenção Básica) devem ser extremamente “ágeis” e resolver, de forma eficiente é claro, o mais rápido possível os problemas de saúde da população, dando rotatividade ao atendimento – ofertando “vaga”, no sentido exato da palavra, para que outros pacientes também possam ser atendidos. Não havendo agilidade no atendimento das UBS’s, a saúde do seu município está ou se tornará um caos. “Atrasos e Demoras”, nós podemos apontar esses dois termos como os principais fatores que tornam a saúde do seu município uma real desordem! Na prática, quando existe no Posto demora em conseguir agendar consultas, marcar ou solicitar um exame, diagnósticar um paciente, dar o resultado de um atendimento e principalmente atrasos médicos, cada vez, mais...
Perigos do prontuário no papel

Perigos do prontuário no papel

Documento único e individual em que os profissionais da saúde registram e armazenam as informações médicas de cada paciente, o prontuário é sem dúvidas um dispositivo que demanda as maiores otimização, precisão e confidencialidade possíveis. É obrigação do médico gerar um prontuário e direito do paciente consultar estes dados quando necessário. Tradicionalmente, este tipo de registro é feito em papel (fichas ou formulários preparados por cada profissional) e redigido à mão. A responsabilidade de guardar esta documentação também fica a cargo do médico. Mas diante das novas e aprimoradas ferramentas, frente à necessidade de organização da recepção e melhoria no Atendimento no consultório, será que este método é o mais eficaz? Entenda os principais perigos do prontuário no papel e descubra como novas tecnologias podem auxiliar no trato das informações de saúde! Transforme as Rotinas do seu Consultório   Tenha uma Recepção Eficiente. Tenha um Consultório Eficiente.   Grafia manuscrita: o problema da ilegibilidade As informações médicas do paciente demandam o máximo de precisão e legibilidade. Neste sentido, um grande perigo do prontuário de papel é a possibilidade de erros de grafia e dificuldade de compreensão destes laudos médicos. Como, no modelo tradicional, os dados são redigidos à mão pelos profissional da saúde, os riscos de interpretação equivocada e dificuldade de entendimento por outros especialistas que entrarem em contato com as informações (dificuldade que, inclusive, pode partir do próprio médico que as redigiu) são altos, o que compromete a precisão tão necessária nos processos de diagnóstico e tratamento. Neste cenário, a grafia complicada do profissional pode chegar a impactar negativamente na qualidade do atendimento oferecido, problema que é sanado quando a clínica/hospital/centro...

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